Workshop de Photoshop

Novembro 2, 2009 - Leave a Response

O GACCUM promove na próxima semana o primeiro workshop do corrente ano lectivo. Os alunos do Curso de Ciências da Comunicação podem inscrever-se para um Workshop de Photoshop, que se realizará no  ICS, no próximo dia 11 de Novembro. As inscrições são limitadas a 20 participantes, sendo seleccionados os primeiros alunos que enviem email para gaccum@gmail.com.
 

Outras informações:
Objectivo: Introdução ao Software
Data: 11 de Novembro, das 14h às 18h (com intervalo)
Local: Laboratório MM1, no ICS
Formadores: Ana Eusébio – Designer de Comunicação
                            Rui Rodrigues – Ténico de Artes Gráficas (especialidade em fotocomposição)
Preço: sócios do GACCUM – 2,5€ | não-sócios – 5€
 
Data limite de inscrições até 8 de Novembro.
Pagamento das 13.30h às 13.45h na sala do GACCUM.

Nova Direcção, Assembleia Geral e Conselho Fiscal

Outubro 24, 2009 - Leave a Response

Como é do conhecimento geral, no passado dia 21 de Outubro, realizaram-se as eleições para os Órgãos Sociais do GACCUM. Tendo sido eleitas as Listas únicas concorrentes – A,B e C, Direcção, Assembleia Geral e Conselho Fiscal, respectivamente – o GACCUM compõem-se, agora, da seguinte forma:

Direcção:
Presidente
José Manuel Esteves Raposo, PG12949, 2º ano do 2º ciclo
Vice-Presidente
Emiliana Sofia Coelho Gomes, A51547 , 3º ano do 1º ciclo
Secretário
Silvéria da Conceição Ramos Miranda, A51568, 3º ano do 1º ciclo
Tesoureiro
Marina Raquel Matias Ferraz, A51537, 3º ano do 1º ciclo
Departamento de Administração Interna
João Filipe Ferreira de Oliveira, A51551, 3º ano do 1º ciclo
Departamento de Comunicação
Marta Isabel Eusébio Barbosa, A51531, 3º ano do 1º ciclo
Departamento de Informação
Francisca Fidalgo Correia, PG15406, 1º ano do 2º ciclo
Departamento Pedagógico e Saídas Profissionais
Paula Alexandra Ferreira Lobo, A51546, 3º ano do 1º ciclo
Departamento de Projectos
Maria Betânia Dias Pereira Capela Ribeiro, A51525, 3º ano do 1º ciclo
Departamento Recreativo
Dalila Sofia Freitas Fernandes, A54528, 2º ano do 1º ciclo

Assembleia Geral:
Presidente
Marta Daniela Vieira de Faria, A53551, 3º ano do 1º ciclo
Vice-Presidente
Joana Raquel Azevedo Maia Romão, A51556, 3º ano do 1º ciclo
Secretário
Daniel Castro dos Santos, A53771, 2º ano do 1º ciclo

Conselho Fiscal:
Presidente
Stephanie Fernandes Fidalgo, A54527, 2º ano do 1º ciclo
Vice-Presidente
Cláudia Sofia Ribeiro Dias, A54521, 2º ano do 1º ciclo
Vogal
Pedro Alexandre Leal Cunha, A51542, 3º ano do 1º ciclo

 A todos os alunos, o GACCUM deseja um óptimo ano académico!

Workshop de PHOTOSHOP

Maio 20, 2009 - Leave a Response

O GACSUM está a organizar um workshop de PHOTOSHOP para o próximo dia 27 de Maio (Quarta-feira).

Formadores:
Ana Eusébio (designer de comunicação)
Rui Rodrigues (técnico de artes gráficas)

Horário: 14h30 – 18h
Vagas: 20
Preço: grátis (sócios) / 2€ (não sócios)

Os interessados deverão enviar email para gacsum@gmail.com, até ao dia 24 de Maio, indicando nome, ano e número mecanográfico.

Esta iniciativa está aberta a todos os alunos interessados, sendo que será dada prioridade aos sócios do GACSUM, assim como aos alunos de mestrado.

Não percam!!!

“Jornalismo na Europa: quem precisa de regulação?”

Maio 13, 2009 - Leave a Response

Na próxima sexta-feira (15 de Maio) a Universidade do Minho acolhe a conferência “Jornalismo na Europa: quem precisa de regulação?”.  As sessões decorrem no auditório B1 (CPII) entre as 9h30 e as 18h.

Este evento conta com os seguintes conferencistas:
Denis McQuail, Josef Trappel, Jeremy Tunstall, Kees Brants, Hans Kleinsteuber, José Azeredo Lopes, Alfredo Maia, Afonso Camões, Adelino Gomes e Augusto Santos Silva

Pelas 9h30 a sessão de abertura na que se destaca uma conferência do Prof. Denis McQuail.
Às 10h45 haverá um painel para debater o tema “Reflectindo sobre a incerteza: quadros de referência para pensar a regulação”, tendo como participantes alguns reputados especialistas estrangeiros.Às 15h00 haverá uma mesa-redonda sob o tema “Olhares cruzados sobre as práticas de regulação em Portugal”, com um conjunto de participantes do nosso país.A sessão de encerramento, marcada para as 17h00, contará com a presença do ministro Augusto Santos Silva.

Gostaríamos, assim, de vos convidar a todas/todos para este evento. 
Este evento é muito importante para quem está a preparar-se para ser jornalista. A profissão não se aprende apenas através de um conjunto de técnicas; aprende-se igualmente através do estudo, da reflexão e do debate sobre os grandes problemas com que o jornalismo se confronta nos nossos dias. E a questão da regulação desta actividade é, como sabem, uma das mais polémicas e sensíveis.

(Mais informações em http://www.cecs.uminho.pt/regulacaoeuropa.html)

APAREÇAM!!

Multimédia

Abril 23, 2009 - Leave a Response

“Estás online para que vida?” gerou discussão acesa

 

O primeiro painel da tarde de quarta-feira, moderado por Pedro Portela, docente da UM, reuniu em debate Leonel Morgado, professor da UTAD, Luís Sequeira, da Beta Technologies, e Pedro Rodrigues, twitter global adviser. Numa das discussões mais “acesas” das Jornadas, que incidiu sobre as redes sociais, os oradores foram unânimes em defender este novo fenómeno da internet.

 

“Estás online para que vida?” foi o mote para o debate e, agarrando a deixa, Leonel Morgado esclareceu, logo no início da exposição, que tal questão pressupõe que o virtual é outra vida, ideia da qual discorda. “Só tenho uma vida”, começou por dizer o docente, acrescentando que “estar online não é estar fora dela [vida] ”. O professor da UTAD realçou que, recentemente, seguiu um debate pela rede social Twitter e vê vantagens nessa possibilidade. “Dessa forma, consegue-se acompanhar o debate através de diferentes perspectivas”, afirmou Morgado, referindo-se à interactividade que aquele meio oferece.

 

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Pedro Rodrigues também focou o discurso nas vantagens das redes sociais, mas, começando por alargar a análise a todo o mundo virtual, concordou que há igualmente um lado negativo. “As frustrações virtuais podem causar a morte real”, declarou. O representante da rede Twitter sustentou aquela afirmação no possível comportamento violento que um jovem possa adquirir se estiver em contacto permanente com, por exemplo, um videojogo, cujo objectivo passe por matar. Contudo, Rodrigues vê um grande potencial nas redes sociais, que, na opinião do próprio, poderão até ajudar na procura de emprego. “O nosso perfil do Facebook pode funcionar como um currículo”, assegurou.

 

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O último a ter a palavra foi Luís Sequeira, que fez uma abordagem quase exclusivamente sobre a plataforma Second Life. O responsável da Beta Technologies explicou, durante a apresentação, que “ao contrário das outras redes sociais, o Second Life é um mundo, o que significa que tem uma existência própria e eventos exclusivos”.  Assim, Sequeira esclareceu que aquela plataforma vai para além do que é permitido nas redes anteriormente referenciadas, sendo quase um mundo paralelo.

 

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No final, o debate foi alargado à plateia e as principais apreciações do público incidiram sobre o que consideraram como uma importância excessiva dada às redes sociais. Os espectadores entenderam que algumas afirmações dos oradores colocavam os não aderentes às redes sociais quase como “ultrapassados”. De salientar que, a dada altura, Pedro Rodrigues afirmou mesmo que o jornal impresso deixará de existir.

Texto: Márcio Silva
Fotografia: Francisca Fidalgo Correia

Publicidade

Abril 23, 2009 - Leave a Response

Onde está a criatividade?

O painel moderado por Sara Balonas, docente da Universidade do Minho (UM), contou com a presença de Gislaine Marques, publicitária, Ana Melo, docente da UM, Jorge Matos, director de arte da IARB, e João Pires, director do Clube de Criativos.

O painel gerou em torno da publicidade e de como fazer publicidade. A inovação e a criatividade foram os aspectos mais focados e valorizados pelos convidados. Gislaine Marques afirma que a crise serve para definir um momento de perigo, mas também de oportunidades. A publicitária brasileira aconselhou o aproveitamento das condições existentes e dá o exemplo do reaproveitamento de fotos e ilustrações no mundo da publicidade.

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Ana Melo, que desafiou a plateia a ser criativa e a fazer barcos com folhas de papel, referiu que no mundo da Internet existem anúncios pré-fabricados. Existem mesmo sites em que a marca envia um “briefing” e os voluntários desses sites criam anúncios gratuitamente. A docente disse ainda que não há regras pré-concebidas para a criatividade, esta tem que ser livre. A docente da UM referiu também a importância de se transformar a palavra “crise” em “oportunidade”.

Jorge Matos, responsável pela publicidade das marcas “Pingo Doce” e “Feira Nova”, citou Roland Barthes, dizendo que a “publicidade é sincera”. O publicitário referiu que a publicidade é como um filme, e que quem a produz tem de conseguir criar diferentes soluções para solucionar os diversos problemas das marcas. O publicitário fez uma comparação entre o tema das Jornadas e a criatividade publicitária: “Mais importante do que tirar a pedra do sapato é tapar o buraco por onde entram as pedras”, disse.

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João Pires, que confessou sentir-se um “chato da comunicação”, acredita que a crise afectou a publicidade e que a criatividade já foi melhor. “A publicidade tem dificuldade em perceber que o mundo está a mudar”, afirmou.

Texto: António Pedro Avelar
Fotografia: Francisca Fidalgo Correia

Jornalismo: Regulação no Ciberespaço: como?

Abril 22, 2009 - Leave a Response

Jornalistas debatem regulação do online

Esta manhã, pelas 9h30, teve início o primeiro painel do segundo dia das XII Jornadas de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho (UM). “Regulação do ciberespaço: como?” deu o mote para um debate com a moderação de Joaquim Fidalgo, docente da UM.

Os jornalistas presentes foram Daniel Catalão, da RTP, Pedro Cunha, do MaisFutebol, e Manuel Molinos, do JN. Na abordagem deste tema, considerado “frágil” pelo moderador, os oradores falaram da sua experiência enquanto profissionais do online e deram também a sua opinião sobre a regulação neste meio. Daniel Catalão deseja que não sejam criadas mais leis limitativas, pois a profissão de jornalista é já a mais regulada e regulamentada em Portugal: “É regulada até pela lei suprema do país, a Constituição da República”.

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O jornalista diz que, mais importante do que a regulação, é perceber o que é que, na internet, se pode considerar jornalismo. É condição fundamental para o exercício da profissão deter uma carteira profissional. “Não podemos, assim, confundir blogues ou sites institucionais que relatam acontecimentos com jornalismo, há uma verosimilhança, mas não é, de facto, jornalismo”, completa Daniel Catalão. É, contudo, necessário, que sejam tomadas medidas, nomeadamente pela Entidade Reguladora da Comunicação (ERC), afirma Catalão. E conclui: “Mais leis, não, obrigado.”

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Auto-regulação é caminho mais eficaz da regulação

Pedro Cunha, do MaisFutebol, começa por contar a sua experiência no online. A grande vantagem do online é, para o jornalista, a interactividade e proximidade com o público. “A instantaneidade, o hipertexto, o multimédia e o arquivo constantemente acessível são uma mais-valia”, considera. Cada vez mais, o online é procurado por mais públicos. Pedro Cunha ilustra com um gráfico esta realidade, sendo que a “sede noticiosa” concentra-se nos horários da manhã, hora de almoço e final de tarde.

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Manuel Molinos deu alguns exemplos de tentativas de regulação na Web, nomeadamente na Austrália e Argentina. Na sua opinião, enquanto jornalista, o poder da internet e da blogosfera aumentou imenso, daí a preocupação e necessidade de criar regulação. A forma mais eficiente será, diz, a auto-regulação. É difícil responsabilizar pessoas pelo que escrevem na internet.

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No entanto, há sempre um “rasto”, como os IP´s dos computadores, para que se possa responsabilizar alguém. Molinos acha ainda que começa a fazer sentido que apareça um profissional para dinamizar e controlar, por exemplo, a área dos comentários e da própria comunidade online. Sugere, assim, que se crie um “provedor da comunidade”, acreditando também na auto-regulação como o método mais eficaz de regulação.

Texto: Paula Carvalho
Fotografia: Francisca Fidalgo Correia

Ficção Nacional

Abril 22, 2009 - Leave a Response

“O cinema português está na cauda da Europa”
António-Pedro Vasconcelos nas Jornadas de CC

O painel de “Ficção Nacional” contou com a presença de António-Pedro Vasconcelos, cineasta, e Jorge Cramez, realizador de curtas e longas-metragens. Com moderação de António Branco da Cunha, docente da Universidade do Minho (UM), a discussão girou em torno dos problemas de financiamento no cinema português e a crise que afecta a área.

António-Pedro Vasconcelos expôs, durante a conferência, a actual realidade do cinema português, e descreveu as dificuldades com que se deparam os realizadores nacionais, qualificando a realização como um autêntico “calvário”. Num discurso que marcou pela crítica, o cineasta afirmou que o cinema português está na cauda da Europa, sendo quase impossível que um filme dê lucro. Segundo António-Pedro, as causas para esta realidade tão negativa estão na política de financiamento do Governo, na mentalidade dos “parasitas e capatazes” que produzem os filmes e na falta de qualidade dos realizadores.

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O Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) é responsável pela avaliação dos argumentos para posterior financiamento do Governo e o júri é composto por cinco elementos que guiam a sua escolha consoante alguns critérios pré-definidos, explicou. De acordo com António-Pedro, esses critérios são desadequados para uma selecção justa e as escolhas acabam por ser erradas; isto porque há um grande “sistema” por detrás das decisões.

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Telenovelas: “pizza e açorda” da ficção nacional

Acusou os produtores de ficarem com parte do dinheiro, “vivendo às custas dele e não se interessando em conquistar receitas de bilheteira”. “O dinheiro é dado a fundo perdido e ninguém tem que prestar contas a ninguém”, disse o realizador, alertando para a inexistência de regulação e controlo na área. Perante este cenário, o realizador mostra-se pessimista em relação ao futuro, assegurando que os ministros da cultura são impotentes e, caso proponham alterar a forma de financiamento, “cai-lhes tudo em cima”.

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O cineasta criticou ainda os críticos de cinema da imprensa, dizendo que percebem pouco do que falam e que “o público não é parvo” e que é inconcebível achar-se que um filme com qualidade não tem grandes receitas de bilheteira. Quanto às telenovelas, afirmou que são “a pizza e a açorda” da ficção nacional, por serem os produtos de ficção mais baratos e ”pobres”.

 

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Jorge Cramez, realizador de curtas e longas-metragens, concordou com António-Pedro e confirmou as dificuldades de realização, uma vez que ele próprio está à espera de ganhar o concurso do ICA para o seu projecto ser financiado. Branco da Cunha incentivou ainda os estudantes interessados na área, para que sigam os seus objectivos e lutem contra as adversidades.

 

Texto: António Pedro Avelar
Fotografia: Francisca Fidalgo Correia

Fotojornalismo – O que andamos a ver?

Abril 22, 2009 - Leave a Response

Ética e manipulação em debate

A mesa do painel de Fotojornalismo, constituída pelo moderador Luís Santos, docente da Universidade do Minho, Amândia Queirós, fotojornalista do Record, Joana Bougard, colaboradora do Jornal de Notícias (JN), e Alfredo Cunha, fotojornalista do JN, não se limitou a responder à questão do GACSUM: “O que andamos a fazer?”. Levantou também uma outra questão acerca daquilo em que nos estamos a transformar e das questões éticas inerentes à profissão.
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Alfredo Cunha afirmou que a especialização é necessária, pois “não é possível fazer tudo” com qualidade e rigor. Acrescentou ainda que a exigência do mercado perante um jornalista multimédia é quase uma “escravidão”. Contudo, ainda que os média tenham mudado substancialmente, olha hoje para a sua profissão do mesmo modo que olhava quando a iniciou, há 40 anos. O mesmo acontece com os meios técnicos que utiliza: “Não há diferença entre o analógico e o digital, a não ser na forma como trabalhamos”.

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Joana Bougard, fotojornalista há menos de dois anos, partilha da opinião do seu colega no que respeita às dificuldades que actualmente enfrentam os profissionais da sua área. Admite que se torna cada vez mais complicado trabalhar e fazer algo de interesse, sendo corroborada por Amândia Queiroz. Esta última focou ainda a necessidade de um trabalho em equipa entre os repórteres de imagem e os jornalistas. 

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A sessão deu também lugar a uma reflexão sobre a ética na profissão. Para a fotojornalista do Record, há dois tipos de manipulação: a que prejudica o conteúdo e a que melhora a imagem. Alfredo Cunha tem uma opinião ligeiramente diferente, não achando efeitos de melhoramento da fotografia, como leves alterações de luz ou cor e reenquadramentos, manipulação, uma vez que estes estão legalmente previstos.  

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De acordo com o fotojornalista do Jornal de Notícias, regras é o que parece não haver quando se utiliza a denominação “cidadão-repórter”. E gracejou, de forma a mostrar a importância da especialização: “Então e o cidadão-médico, o cidadão-pasteleiro e o cidadão-condutor sem carta?”.

 

Texto: Marlene Ribeira
Fotografia: Francisca Fidalgo Correia

RP: por onde vamos?

Abril 21, 2009 - Leave a Response

 

Credibilidade dos RP no centro da discussão

 

“Relações Públicas: por onde vamos?” foi a pergunta que o GACSUM lançou no primeiro painel das XII Jornadas de Ciências da Comunicação, perante um auditório repleto de alunos e docentes. Os convidados focaram o facto de a profissão de Relações Públicas ser pouco conceituada, associando-se-lhe, por isso, uma publicidade negativa.

 

O moderador, Paulo Salgado, apresentou os cinco convidados que constituíram este painel: Gisela Gonçalves, José Albuquerque, João Pedro Sousa, Rui Oliveira Marques e Luísa-Bessa Coelho. Gisela Gonçalves, docente na Universidade da Beira Interior (UBI), abordou a questão da identidade pessoal de um Relações Públicas, cuja missão é, fundamentalmente, gerir a imagem de uma organização. A mestre em Ciências da Comunicação quis esclarecer a plateia em relação à “auditoria” à imagem das RP. Assim, subdividiu a questão em três pontos: imagem intencional (a forma como a empresa quer ser vista), auto-imagem (como falam as empresas sobre si mesmas) e imagem pública (como são faladas na Imprensa).

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O vice-presidente da Associação Portuguesa de Comunicação de Empresa (APCE), João Pedro Sousa, abordou o comportamento ético associado à condição de sustentabilidade. Expôs os princípios que sustentam a actividade de um RP: a lei (e declarações universais), humanidade, lealdade, equidade e responsabilidade. João Sousa apresentou também os objectivos do Código de Conduta (elaborado por uma comissão independente), que foi ponto central deste painel. Passada a palavra a Luísa-Bessa Coelho, esta apelidou-se de “aprendiz de feiticeira” quando comparada com os restantes oradores. A profissional da comunicação começou por ser jornalista e, recentemente, “converteu-se” às Relações Públicas.

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Comunicação “não é a actividade mais atingida” pela crise

 

Quanto a esta opção, considera que mudar de profissão deveria ser entendido como um sinal de flexibilidade, em vez de ser visto como um estigma. Quis ainda falar da sua experiência na Imago (Porto) e dar o seu parecer face à crise actual que afecta a sociedade. Assim, declarou que a comunicação “não é a actividade mais atingida”, apesar dos “cortes” financeiros que se têm vindo a fazer. Referenciou também o facto de o Norte ser pouco activo na promoção da sua imagem: “temos grandes histórias, mas escondemo-las debaixo do tapete”. Relativamente à importância da transmissão da mensagem, focou a campanha eleitoral de Obama, a qual se apoiou numa estratégia de RP 2.0.

 

José Albuquerque, do Grupo Auto Sueco, começou por frisar um ponto já tocado por outros convidados: as empresas estão totalmente expostas, daí a necessidade de defenderem a sua reputação. Enumerou três princípios que devem conduzir um profissional das Relações Públicas, de forma a melhorar a sua imagem, sendo eles a verdade dos factos, a consistência nas mensagens que as instituições fazem passar e ainda a objectividade dessas mesmas mensagens.

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A fechar o painel, Paulo Salgado passou a palavra a Rui Oliveira Marques, ex-aluno de Comunicação Social da Universidade do Minho e actual director-adjunto da revista Meios&Publicidade. Este orador começou por falar da sua “aventura” em voltar à Universidade do Minho, passados cerca de 12 anos, tendo aconselhado os presentes a aproveitarem a passagem pelo ensino superior, desenvolvendo experiências extra-curriculares.

 

Relativamente ao tema central do painel, referenciou três problemas nas Relações Públicas, que poderiam ser resolvidos com a existência de um código de ética. Assim, salientou a transparência dos clientes, isto é, as empresas devem revelar os seus clientes reais, dado que nos sites surgem, muitas vezes, lapsos forçados, por razões de concorrência; referiu a importância de as agências explicarem aos clientes o que realmente lhes podem dar; e, por fim, falou da relação existente entre as agências de comunicação e os políticos. Terminadas as apresentações, o público teve a oportunidade de questionar os oradores sobre dúvidas relativas ao tema.

Texto: Ana Gomes
Fotografia: Francisca Fidalgo Correia

Sessão de Abertura

Abril 21, 2009 - Leave a Response

Jornadas de CC já começaram

 

Pouco passava das 9h30 quando se iniciou a sessão de abertura das XII Jornadas de Ciências da Comunicação, no Auditório do Instituto de Estudos da Criança (IEC) da Universidade do Minho. Na mesa estava Miguel Bandeira, vice-presidente do Instituto de Ciências Sociais, Helena Sousa, directora do Departamento de Ciências da Comunicação (CC), Teresa Ruão, directora-adjunta do 1º ciclo de CC, Rosa Cabecinhas directora do 2º ciclo, e Cidália Barros, presidente do GACSUM.

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Helena Sousa considera as Jornadas um momento importante para os alunos do curso, uma vez que “é pensado, decidido e gerido pelos alunos”. Aproveitou ainda para alertar para a crise actual, afirmando que não “basta esperar, é preciso agir”. Segundo a professora, as Jornadas são uma forma de combater a crise, pelos convidados que trazem, as ideias debatidas e a consequente reflexão dos temas. 
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Muitos dos painéis terminam com uma interrogação, o que, para Miguel Bandeira, é significativo de uma “atitude de abertura e de interrogação” dos alunos de comunicação.

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Cidália Barros disse ainda que os alunos “podem aprender mais estes dois dias além do que aprendem nas aulas”.

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Texto: Marta Costa
Fotografia: Francisca Fidalgo Correia

Programa das XII Jornadas de CC

Abril 15, 2009 - Leave a Response

Já está disponivel o programa das XII Jornadas de Ciências da Comunicação!

Nos próximos dias 21 e 22 de Abril assiste ao debate em torno dos obstáculos que impedem um melhor desempenho dos profissionais da comunicação.

21 de Abril

9h30 – Sessão de abertura
Miguel Bandeira (Vice-Presidente do Instituto de Ciências Socias)
Helena Sousa (Directora do Departamento de Ciências da Comunicação)
Teresa Ruão (Directora-adjunta do 1º ciclo de Ciências da Comunicação)
Rosa Cabecinhas (Directora do 2º ciclo de Ciências da Comunicação)
Cidália Barros (Presidente do GACSUM)

10h45 – Pausa para café

11h00 – Relações Públicas: por onde vamos?
Gisela Gonçalves (Docente da UBI)
Luísa Bessa (Directora da Imago – Porto)
João Pedro Sousa (Vice-presidente da APCE)
José Albuquerque (Director de Comunicação o Grupo Auto Sueco)
Rui Oliveira Marques (Director-adjunto da revista Meios e Publicidade)
Moderador: Paulo Salgado (Docente da UM)

14h30 – Fotojornalismo em Portugal: O que andamos a ver?
Alfredo Cunha (Fotojornalista do JN)
Amândia Queirós (Fotojornalista do Record)
Joana Bourgard (Colaboradora do JN)
Nuno Lopes (Fotojornalista do FCPorto)
Moderador: Luís Santos (Docente da UM)

16h15 – Pausa para café

16h30 – Ficção Nacional
António-Pedro Vasconcelos (Realizador)
António Reis (Membro da Direcção do Fantasporto)
Jorge Cramez (Realizador de curtas e longas-metragens)
Moderador: António Branco da Cunha (Docente da UM)

21h30 – Associativismo no meio universitário: experiências e competências
(noite na Velha-a-Branca)

22 de Abril

9h30 – Jornalismo: Regulação do ciberespaço: como?
Daniel Catalão (Jornalista da RTP)
Manuel Molinos (Editor do JN online Porto)
Pedro Leal (Director adjunto da Rádio Renascença)
Pedro Cunha (Jornalista do Maisfutebol)
Moderador: Joaquim Fidalgo (Docente da UM)

11h00 – Pausa para café

11h15 – Onde está a criatividade?
Jorge Matos (Director de arte da IARB)
Gislaine Marques (Publicitária)
Ana Melo (Docente da UM)
Moderadora: Sara Balonas (Docente da UM)

14h30 – Estás online para que vida?
Leonel Morgado (Docente da UTAD)
Luís Sequeira (Beta Technologies)
Pedro Rodrigues (twitter global advisor)
Rita Falcão (Docente da UP)
Moderador- Nélson Zagalo (Docente da UM)

16h00 – Pausa para café

16h15 – Ciências da Comunicação: que diferenças?

18h00 – O que mudou com Bolonha?
(apresentação e breve comentário de trabalhos realizados por alunos de AV/MM)
(Docentes das especialidades de Ciências da Comunicação da UM)

19h30 – Divulgação do vencedor do Concurso Literário do TUM. Apresentação do livro de Luís Ferreira Oliveira (1º vencedor do concurso)
José Manuel Mendes( Representante do Júri do Concurso)
José Luis Costa(Representante do TUM)
Moderador: Mikaela Silva

Contamos com a tua presença!!!

Stand UP – TUM com RUM

Abril 9, 2009 - Leave a Response
standup

A Rádio Universitária do Minho (RUM) e a Tuna Universitária do Minho (TUM) decidiram dar, a quem esteja disposto, motivos para rir, literalmente.

O concurso “Stand Up – TUM com RUM” procura descobrir, no meio académico, talentos na área da comédia.

Nos passados dias 26 e 27 de Março, o Museu Nogueira Silva foi palco de um workshop conduzido por Eduardo Madeira. Este foi o ponto de partida para a gargalhada geral. Seguem-se as eliminatórias, e entre 10 participantes, podem contar-se 3 alunos de Ciências da Comunicação, João Rodrigues e Vítor Rodrigues, do 3º ano da licenciatura, e ainda Paulo Cabral, do 1º ano de mestrado.

No dia 15 de Abril (quarta-feira) podes assistir, a partir da meia-noite, no BA, a uma eliminatória que promete fazer rir. Para a quarta-feira seguinte (dia 22) está preparada outra sessão de boa disposição, a partir das 16h, no Carpe Noctem.

XII Jornadas de Ciências da Comunicação

Abril 8, 2009 - Leave a Response

O grande momento de Ciências da Comunicação está aí.

 

Não falamos em Gatas, sejam na praia ou enterros da mesma. Falamos, claro está, no mais importante evento que o GACSUM organiza todos os anos. As Jornadas de CC.

 

Este ano, os alunos de CC apostam na novidade. Além dos habituais painéis direccionados às áreas de especialização do curso – Jornalismo, Audiovisual/Multimédia e Publicidade/RP – está preparado um painel de Fotojornalismo.

 

As conferências decorrem, nos dias 21 e 22 de Abril, no auditório do IEC.

 

 

NÃO PERCAS!!!

 

 

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Candidaturas para vaga Account (estágio)‏

Março 31, 2009 - Leave a Response

A Muris – Grupo de Comunicação vem por este meio comunicar que
procederá à abertura de candidaturas ao cargo de Account, para
integrar o seu departamento comercial, no regime de estágio.

ABERTURA DO PERÍODO DE CANDIDATURA: 07 A 30 ABRIL

Destina-se a alunos finalistas, ou ex-alunos de Licenciatura em
Comunicação/Marketing/ Relações Públicas / Publicidade ou áreas
similares potencialmente interessados na realização de um estágio, com
as seguintes características:

. Estágio

. Regime: não remunerado (a definir valor simbólico para
ajudas de custo);
. Duração: 3 meses.
. Possibilidade de ingressar em Estágio Profissional após os 3 meses

. Condicionantes

O estágio decorrerá nas nossas instalações, na Maia.
Contudo, quem se propuser a estágio deverá ter a máxima
disponibilidade para, a médio prazo (+/- até final do ano), assumir o
desempenho das suas funções em Lisboa. Este é um ponto extremamente
importante para nós, que será elemento de selecção primordial, pelo
que, quem não tiver essa disponibilidade, não deverá candidatar-se ao
mesmo.

Para mais informações contactar:

IOLANDA RAMALHO |  Account
MURIS_GRUPO DE COMUNICAÇÃO
R. AVELINO SANTOS LEITE, 237 4470-149 MAIA (PORTO)
TEL.: 22 947 68 47 |  FAX. 22 947 6846 | www.muris.pt

10 anos depois: o que mudou?

Março 27, 2009 - Leave a Response

logoconven1Nos dias 27 e 28 de Março realiza-se a II Convenção de Jornalistas, no Centro Cultural de Vila Flor (Guimarães). Nesta iniciativa, promovida pelo Gabinete de Imprensa de Guimarães, serão abordados diversos temas relacionados com o Jornalismo.

 

Programa:

27 de Março

09h00 – Recepção aos participantes e entrega de documentação

09h30 – Sessão Solene de Abertura

10h00 – Pausa para Café

10h30 – Conferência: “O papel da informação televisiva”

13h00 – Almoço

15 – Primeira Sessão de Grupos de Trabalho

Ciberjornalismo e Multimédia – (Manuel Molinos – Jornal de Notícias)

Jornalismo Desportivo – Fernando Eurico (Antena 1)

17h00 – Pausa para Café

17h30 – Conferência:

“O lugar da grande reportagem no jornalismo português” – Miguel Carvalho (Visão)

20h00 – Jantar

22h00 – Programa Social

Visita nocturna ao Museu Alberto Sampaio (grátis para participantes)

Espectáculo no Café-Concerto do Centro Cultural de Vila Flor (entrada sem consumo mínimo obrigatório para participantes)

 

28 de Março

09h30 – Mesa Redonda – O jornalismo e as novas tecnologias

Paulo Querido

Alexandre Gamela

Luís Miguel Loureiro

11h30 – Segunda Sessão de Grupos de Trabalho

A relação dos jornalistas com as fontes de Comunicação

(Pedro Antunes Pereira – Jornal de Notícias)

Jornalismo Local e Regional – Luísa Teresa Ribeiro (coordenadora do Diário do Minho)

13h00 – Almoço

15h00 – Apresentação do estudo O perfil sociológico dos jornalistas portugueses – José Rebelo

DEBATE

18h00 – Apresentação de Conclusões

19h00 – Sessão de Encerramento

 

Os interessados podem recolher mais informações no site do GIG. E acompanhar a iniciativa através do blog ou ainda no twitter.

XII Jornadas de Ciências da Comunicação

Março 26, 2009 - Leave a Response

“Comunicar com Pedras no Sapato” é o tema das Jornadas de Comunicação da UM 

As XII Jornadas de Ciências da Comunicação decorrem nos próximos dias 21 e 22 de Abril, no Auditório de Multimédia do Instituto de Estudos da Criança, na Universidade do Minho. “Comunicar com Pedras no Sapato” é o tema deste ano e visa reflectir sobre o que impede os profissionais de comunicação de desempenhar um bom trabalho, versando sobre os problemas que têm de enfrentar.

A organização do evento é da responsabilidade do GACSUM – Grupo de Alunos de Comunicação Social da Universidade do Minho. 

O painel de Relações Públicas – ‘Para onde vamos?’ – abre as Jornadas no dia 21. A recente criação do Código de Conduta do Gestor de Comunicação Organizacional e Relações Públicas será tema de discussão deste painel, de forma a entender o que este Código vem alterar no contexto profissional.

No mesmo dia, seguem-se mais dois painéis temáticos: o de Fotojornalismo, ‘O que andamos a ver?’, e o de Audiovisual, ‘Ficção Nacional’. O primeiro pretende pôr em evidência as exigências do fotojornalismo em Portugal e o lugar dos profissionais da fotografia dentro das empresas jornalísticas, enquanto o segundo levará a discussão o actual contexto da produção nacional.  

O dia termina com o painel ‘Associativismo no meio universitário: experiências e competências’, com o objectivo de perceber que vantagens, em termos de aprendizagem, o GACSUM ofereceu a todos os que nele tiveram participação activa.

No segundo dia, o evento retoma com a área de Jornalismo no painel ‘Regulação do Ciberespaço: Como?’, que incluirá também o tema da credibilidade da informação disponibilizada em blogues e redes sociais.

Segue-se o painel de Publicidade, cuja pergunta ‘Onde está a criatividade?’ é o mote para a discussão sobre a crise de ideias que afecta actualmente o mundo da Publicidade.

Ainda no mesmo dia, será abrangido o painel Multimédia. ‘‘Tás online para que vida?’ porá em destaque o facto de as pessoas serem cada vez mais utilizadores do online.

O tema ‘Ciências da Comunicação: que diferenças?’ vai encerrar as conferências e contará com a participação de alunos do curso de Ciências da Comunicação de outras universidades. O que se pretende neste painel é discutir que projectos são desenvolvidos e que motivações acompanham os alunos ao longo do curso.

No final do dia, serão expostos alguns trabalhos realizados por alunos de Ciências da Comunicação. Haverá ainda oportunidade para uma breve discussão sobre as mudanças promovidas por Bolonha.

Workshop sobre Som

Dezembro 3, 2008 - Leave a Response

No sentido de colmatar falhas existentes na plano curricular, o GACSUM está a organizar um workshop sobre som, coordenado por Ricardo Caldas, Licenciado em Produção e Tecnologias da Música, Mestre em Produção Áudio e  actual Aluno do Mestrado em Ciências da Comunicação – Audiovisual.

Programa

Dia: 10 de Dezembro

Local: Estúdio de gravação (em Nogueira, Braga) – Transporte assegurado

Horário:

14h15 – encontro na sala de leitura (CP1, 222 – Junto à reprografia)

14h30 – saída da universidade

14h45 – Chegada a Nogueira

15h00 – início da Sessão

17h00 – Final da sessão

17h10 – saída de Nogueira

17h35 – Chegada à universidade

Preço: 2 Euros – sócios

5 Euros – não sócios

Vagas: 10 pessoas – Oferecemos certificado no final da formação

Objectivos [temas a abordar]

1) Enquadramento da produção audiovisual no estudo da comunicação: adequação de uma mensagem aos limites impostos pelo canal de transmissão; manipulação e tratamento da mensagem.

2) Introdução ao estudo multidisciplinar e transversal da produção audiovisual, com ênfase na produção áudio e nas possíveis funções do som numa mensagem audiovisual, ou numa produção cinematográfica.

3) Os sistemas sonoros existentes e o sistema Stereo: abordagem das representações sonoras e diferentes opções estéticas de um registo áudio, incluindo seus critérios de avaliação.

Inscrição

As inscrições deverão ser enviadas para gacsum@gmail.com até ao dia 6 de Dezembro.

No assunto colocam “Workshop de som” com o vosso nome completo, número de aluno, ano e ciclo que frequentam.

Os alunos que já são sócios terão preferência. O critério de selecção é a ordem de chegada dos e-mails.

Assembleia Geral

Novembro 30, 2008 - Leave a Response

Convoca-se todos os associados do GACSUM para a Assembleia Geral do GACSUM, ao abrigo dos Estatutos.

A Assembleia Geral do GACSUM terá lugar no próximo dia 3 de Dezembro de 2008, Quarta-feira, no auditório 2101, no CP2, no campus de Gualtar, na Universidade do Minho, com início marcado para as 13h30m.

Ordem de trabalhos:

1) Apresentação do Plano de Actividades para o primeiro semestre do ano lectivo 2008/2009;

2) Propostas para alteração do nome;

3) Votação para alteração do nome;

4) Proposta para alteração dos Estatutos;

5) Votação para alteração dos Estatutos;

6) Outros assuntos:

i) Apresentação dos delegados de cada ano;

ii) Proposta para Sócia Honorária: Prof. Silvana

A Assembleia-geral não poderá deliberar sem a presença de pelo menos metade dos associados efectivos em pleno gozo dos seus direitos sociais. No caso de falta de quórum a Assembleia-geral reunirá uma hora mais tarde da prevista, podendo então deliberar com os associados presentes.

Agência de Comunicação é novo projecto do GACSUM

Novembro 8, 2008 - Leave a Response

O GACSUM tem em mãos um novo projecto, ainda em definição. A ideia é criar uma agência de comunicação, onde todos os alunos de todos os anos de CC podem praticar aquilo que aprendem e, ao mesmo temo, adquirir experiência e conhecimento extra-aulas.

A funcionar como uma oficina para os alunos, a agência estará dividia em vários departamentos. Entre os trabalhos que poderá desenvolver encontram-se a divulgação das iniciativas do GACSUM e possíveis projectos para clientes externos.

A organização deste projecto já está em curso. A primeira reunião será no dia 12, Quarta-feira, pelas 13h30, em local ainda a combinar. O objectivo da reunião é organizar as pessoas por departamentos e estabelecer metas.
 
Todos os interessados em participar serão bem-vindos.
(Para qualquer questão podem contactar os responsáveis em gacsum@gmail.com.)